Faça a sua escolha ... - RÁDIO VITÓRIA GOSPEL - Quem Ouve Adora! Paranavaí-PR
  • ULTIMAS POSTAGENS

    quarta-feira, 9 de outubro de 2013

    Faça a sua escolha ...

    Certo dia, um casal ao chegar do trabalho encontrou algumas pessoas dentro de sua casa. Achando que eram ladrões, marido e mulher ficaram assustados, mas um homem forte e saudável, com corpo de halterofilista disse:
    - Calma pessoal, nós somos velhos conhecidos e estamos em toda parte do mundo.
    – Mas quem são vocês? – pergunta a mulher.

    - Eu sou a Preguiça – responde o homem másculo. – Estamos aqui para que vocês escolham um de nós para sair definitivamente da vida de vocês.
    – Como pode você ser a preguiça se tem um corpo de atleta que vive malhando e praticando esportes? – indagou a mulher. – A preguiça é forte como um touro e pesa toneladas nos ombros dos preguiçosos, com ela ninguém pode chegar a ser um vencedor.

    Uma mulher velha curvada, com a pele muito enrugada, que mais parecia uma bruxa diz:
    - Eu, meus filhos, sou a Luxúria.
    – Não é possível! – diz o homem – Você não pode atrair ninguém com essa feiúra.
    – Não há feiúra para a luxúria, queridos. Sou velha porque existo há muito tempo entre os homens; sou capaz de destruir famílias inteiras, perverter crianças e trazer doenças para todos até a morte. Sou astuta e posso me disfarçar na mais bela mulher.

    E um mau-cheiroso homem, vestindo roupas maltrapilhas, que mais parecia um mendigo, diz:
    - Eu sou a Cobiça, por mim muitos já mataram, por mim muitos abandonaram famílias e pátria; sou tão antigo quanto a Luxúria, mas eu não dependo dela para existir.

    - E eu, sou a Gula. – diz uma lindíssima mulher com um corpo escultural e cintura finíssima. Seus contornos eram perfeitos e tudo no corpo dela tinha harmonia de forma e movimentos. Assustam-se os donos da casa, e a mulher diz:
    - Sempre imaginei que a gula seria gorda.
    – Isso é o que vocês pensam! – responde ela. – Sou bela e atraente, porque se assim não fosse seria muito fácil livrarem-se de mim. Minha natureza é delicada, normalmente sou discreta, quem tem a mim não se apercebe, mostro-me sempre disposta a ajudar na busca da luxúria.

    Sentado em uma cadeira num canto da casa, um senhor, também velho, mas com o semblante bastante sereno, com voz doce e movimentos suaves, diz:
    - Eu sou a Ira. Alguns me conhecem como cólera. Tenho muitos milênios também. Não sou homem, nem mulher, assim como meus companheiros que estão aqui.
    – Ira? Parece mais o vovô que todos gostariam de ter! – diz a dona da casa.
    – E a grande maioria me tem! – responde o vovô. – Matam com crueldade, provocam brigas horríveis e destroem cidades quando me aproximo. Sou capaz de eliminar qualquer sentimento diferente de mim, posso estar em qualquer lugar e penetrar nas mais protegidas casas. Mostro-me calmo e sereno para mostrar-lhes que a Ira pode estar no aparentemente manso. Posso também ficar contido no íntimo das pessoas sem me manifestar, provocando úlceras, câncer e as mais temíveis doenças.

    - Eu sou a Inveja. Faço parte da história do homem desde a sua criação,  - diz uma jovem que ostentava uma coroa de ouro cravada de diamantes, usava braceletes de brilhantes e roupas de fino pano, assemelhando-se a uma princesa rica e poderosa.
    – Como inveja, se é rica e bonita e parece ter tudo o que deseja?  - diz a mulher da casa.
    – Há os que são ricos, os que são poderosos, os que são famosos e os que não são nada disso, mas eu estou entre todos. A inveja surge pelo que não se tem e o que não se tem é a felicidade. Felicidade depende de amor, e isso é o que de mais carece a humanidade... Onde eu estou, esta também a Tristeza.

    Enquanto os invasores se explicavam, um garoto, que aparentava cerca de cinco a seis anos, brincava pela casa. Sorridente e de aparência inocente, característica das crianças, sua face de delicados traços mostravam a plenitude da jovialidade, olhos vívidos... E você, garoto, o que faz junto a esses que parecem ser a personificação do mal? O garoto responde com um sorriso largo e olhar profundo:
    - Eu sou o Orgulho.
    – Orgulho? Mas você é apenas uma criança? Tão inocente como todas as outras. O semblante do garoto tomou um ar de seriedade que assustou o casal, e ele então diz:
    - O orgulho é como uma criança mesmo, mostra-se inocente e inofensivo, mas não se enganem, sou tão destrutível quanto todos aqui, quer brincar comigo?

    A Preguiça interrompe a conversa e diz:
    - Vocês devem escolher quem de nós sairá definitivamente de suas vidas. Queremos uma resposta. O homem da casa responde:
    - Por favor, dêem dez minutos para que possamos pensar.

    O casal se dirige para seu quarto e lá fazem várias considerações. Dez minutos depois retornam.
    – E então? – pergunta a Gula.
    – Queremos que o Orgulho saia de nossas vidas. O garoto olha com um olhar fulminante para o casal, pois queria continuar ali. Porém, respeitando a decisão dirige-se para a saída. Os outros, em silêncio, iam acompanhando o garoto quando o homem da casa pergunta:

    - Ei! Vocês vão embora também? O Menino, agora com ar severo e com a voz forte de um orador experiente, diz:
    - Escolheram que o Orgulho saísse de suas vidas e fizeram a melhor escolha, Porque onde não há orgulho não há Preguiça pois os preguiçosos são aqueles que se orgulham de nada fazer para viver, não percebendo que na verdade vegetam.
    - Onde não há orgulho não há luxúria pois os luxuriosos têm orgulho de seus corpos e julgam-se merecedores. Onde não há orgulho, não há cobiça pois os cobiçosos têm orgulho das migalhas que possuem, juntando tesouros na terra e invejando a felicidade alheia, não percebendo que na verdade são instrumentos do dinheiro.
    - Onde não há orgulho, não há gula pois os gulosos se orgulham de suas condição e jamais admitem que o são, arrumam desculpas para justificar a gula, não percebendo que na verdade são marionetes dos desejos. Onde não há orgulho, não há ira, pois os irosos com facilidade destroem aqueles que, segundo o próprio julgamento, não são perfeitos, não percebendo que na verdade sua ira é resultado de suas próprias imperfeições. Onde não há orgulho não há inveja, pois os invejosos sentem o orgulho ferido ao verem o sucesso alheio seja ele qual for; precisam constantemente superar os demais nas conquistas, não percebendo que na verdade são ferramentas da insegurança.

    Saíram todos sem olhar para trás, e, ao baterem a porta, um fulminante raio de luz invadiu o recinto.

    Transcrito Por Litrazini:

    Fonte: Reflexoes Evangelicas
    Fonte: Rádio Vitoria Gospel Paranavai
    OFERECIMENTO:


    APOLLO VEICULOS PARANAVAI
    RUA MINAS GERAIS, 505 CENTRO
    APOLLO CAMINHÕES PARANAVAI
    ROD. BR-376 KM-109
    FONES (44) 3424-2030 (44) 3423-1214
    www.apolloveiculosecaminhoes.com.br


    Nenhum comentário:

    Postar um comentário

    Google+ Followers